Na manhã desta quinta-feira (09), o Hospital Santa Helena foi cenário de um dos momentos mais profundos que a medicina pode proporcionar.
Os familiares da mulher de 36 anos, que teve morte encefálica detectada, autorizaram a doação de órgãos como fígado, rins e córneas, que puderam ser captados, levando esperança e uma nova chance de vida para outras pessoas.
Antes do procedimento, a família foi homenageada dentro do hospital. Foi realizado o “corredor de honra”, enquanto a paciente era levada ao centro cirúrgico, equipes médicas, assistenciais e administrativas se reuniram para reconhecer a grandeza dessa escolha.
Um momento que vai além da medicina. Um ato de generosidade que transforma luto em vida.
O processo contou com a atuação conjunta da equipe da CIDOT de Brasília e profissionais de Goiânia, reforçando a importância da integração e da agilidade nesse tipo de procedimento.
Hoje, o Santa Helena foi palco de dor, mas também de esperança.
Porque doar órgãos é, acima de tudo, um ato de amor que continua vivendo em outras vidas.


























