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Covid-19: impactos da pandemia no controle da malária

É fato que a pandemia causada pelo novo coronavírus têm desencadeado também outras consequências, além da própria Covid-19. Mas você sabe de que forma isso interfere na contaminação da malária?

Dentre as medidas para evitar a contaminação da Covid-19, alguns serviços tiveram que ser paralisados ou readaptados. Um exemplo disso, são os agentes de saúde que foram interrompidos de vistoriar as casas para fiscalizar a proliferação de mosquitos e com isso evitar/diminuir a transmissão domiciliar de doenças como a malária e até mesmo a dengue. 

A malária é considerada um problema de saúde pública em todo o mundo.  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas em 2018 foram notificados 228 milhões de casos da doença no mundo. A malária é mais predominante nos países de clima tropical e subtropical. No Brasil, por exemplo, a doença é considerada endêmica na região amazônica, que concentra 99% dos casos do país.

Uma das formas de contrair a doença, é quando a fêmea do  mosquito Anopheles (popularmente conhecido como mosquito prego), infectada pelo parasita Plasmodium, transmite a malária picando os seres humanos. É mais comum ter criadouros naturais de mosquitos em beiras de rio ou áreas alagadas. Eles são mais numerosos, do entardecer ao amanhecer.

Também é possível ser infectado pela malária, por meio do contato direto com o sangue de um indivíduo que carrega o protozoário, mas isso é menos comum.

 

Os sintomas e a relação com a Covid-19

Os primeiros sinais costumam aparecer de uma a duas semanas depois da picada. Alguns dos sintomas mais frequentes são: febre alta, dores de cabeça, calafrios, tremores e sudorese. Mas em algumas pessoas a doença pode se manifestar causando: diarréia, náusea, cansaço, falta de apetite ou até mesmo falta de ar. 

Por causa disso, a malária pode ser inicialmente confundida com uma gripe ou até mesmo Covid-19 já que alguns sinais se assemelham aos sintomas do novo coronavírus e estamos vivendo em constante alerta por causa da pandemia.

Não existe vacina contra a malária e em casos de infecção, o tratamento é padronizado pelo Ministério da Saúde, por meio da ingestão de remédios. Um desses medicamentos é a famosa e polêmica Hidroxicloroquina, também utilizada para o tratamento de outras doenças como artrite reumatóide e lúpus. E que não funciona contra a Covid-19, como algumas pessoas acreditam.

Quanto mais rápido for o diagnóstico e tratamento, as chances de cura são grandes. É preciso ficar atento pois a malária pode levar à morte. 

 

O local de refúgio que virou um verdadeiro pesadelo

Em agosto do ano passado, a atriz Camila Pitanga se isolou com a filha, numa zona de Mata Atlântica no litoral de São Paulo. A intenção era evitar o contato com outras pessoas e consequentemente, não se contaminar com o novo coronavírus

Depois de um período, a atriz e a filha começaram a passar mal, tiveram febre alta, calafrios e com isso Camila Pitanga suspeitou que elas poderiam ter contraído de alguma forma a Covid-19. Mas após exames o diagnóstico foi uma surpresa, estavam infectadas pela malária

A doença não é muito comum em São Paulo, mas as condições onde estavam isoladas contribuíram para que isso acontecesse. Foram 10 dias de muito sufoco e angústia. 

E como não existe vacina para a malária, a alternativa para evitar a doença é driblar a picada do mosquito. Para se prevenir, use roupas compridas, repelentes, e se possível instale telas anti-insetos e mosquiteiros. Cuide da sua saúde!

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